11 junho 2014

PROJETO SAGROS DE APLICAÇÃO TERCEIRIZADA DE DEFENSIVOS AGRÍCOLAS


PROJETO SAGROS DE APLICAÇÃO TERCEIRIZADA DE DEFENSIVOS AGRÍCOLAS

VENDA APLICADA DE AGROQUÍMICOS






















SAGROS - GRUPO PEC&CO

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Piedade - São Paulo.

Telefones: (15) 3344-1450 (Ramal 229-228) ou (11) 98228-0563

email: asantos@sagros.com.br / sagros@sagros.com.br       



Informações Profissionais:

Manoel Ibrain Lobo Jr .'. é Engenheiro Agrônomo, consultor em tecnologia de aplicação de agroquímicos, ministrando cursos, treinamentos, palestras e realizando avaliações de pulverizadores autopropelidos, pulverizadores tratorizados, turbo-atomizadores e bicos de pulverização para revendas agropecuárias, cooperativas agrícolas, usinas de cana-de-açúcar e outras empresas da área agrícola.

Acesse: www.scribd.com/pulverizador

http://www.linkedin.com/pub/manoel-ibrain-lobo-junior/24/5b5/a33


PULVERIZADOR - COPYRIGHT 2014

Todos os direitos autorais sobre as marcas, obras ou criações de qualquer natureza disponibilizadas neste site, pertencem ao Engenheiro Agrônomo Manoel Ibrain Lobo Jr, idealizador dos sites www.pulverizador.com.br , www.scribd.com/pulverizador e www.pulverizador.blogspot.com ou a terceiros que autorizaram o uso de sua propriedade intelectual. Sendo assim, é terminantemente vedada a distribuição, representação, publicação, uso comercial e/ou utilização de tais materiais, no todo ou em parte, sem a prévia e expressa autorização do Engenheiro Agrônomo Manoel Ibrain Lobo Junior. A violação destes direitos é crime, e seu infrator está sujeito às penalidades legais previstas nas Leis 9.610/98 e 9.279/96 e no art. 184 do Código Penal Brasileiro, bem como ao pagamento de indenização pelos prejuízos causados.

29 maio 2014

Avaliação de Pontas de Pulverização com Indução de Ar (Venturi 2ª Geração).


Avaliação de Pontas (Bicos) de Pulverização com Indução de Ar ( Sistema Venturi de 2ª Geração).


Manoel Ibrain Lobo Junior
Engenheiro Agrônomo
Auditor GlobalGAP IFA
lobo@pulverizador.com.br


Avaliação dos Bicos de Pulverização KGF RDA BV (Baixo Volume)


Avaliação prática em bancada das novas pontas (bicos) de pulverização KGF RDA BV (Baixo Volume) objetivando a visualização dos tamanhos de gotas aeradas produzidas em base aquosa (pulverizando somente água), a homogeneidade das gotas e a redução da deriva nas simulações de pulverização em baixos volumes (30 - 50 litros/ha) em diferentes pressões de trabalho.

Nas fotos abaixo os primeiros protótipos em desenvolvimento das novas pontas (bicos) de pulverização KGF RDA BV nas vazões de 015 e 02 GMP.


 


Papel sensível à água (Syngenta) com os impactos das gotas aeradas produzidas pela ponta KGF RDA 11002, após simulação de pulverização em baixo volume.



Papel sensível à água (Syngenta) com os impactos das gotas aeradas produzidas pela ponta KGF RDA 110015, após simulação de pulverização em baixo volume.



As pontas (Bicos) de pulverização KGF RDA BV estão sendo desenvolvidas para produzirem gotas aeradas com classificação de tamanhos “médias para finas”, objetivando excelentes coberturas de gotas (densidades) sobre os alvos biológicos, mesmo em pulverizações terrestres em baixo volume (BV) e ultra baixo volume (UBV), com o mínimo risco de perdas pela deriva e evaporação.


Avaliação da Ponta (Bico) de Pulverização KGF RDA BV 1100067.

Através das fotos abaixo é possível constatar a possibilidade de trabalho da ponta (bico) de pulverização KGF RDA BV 1100067, em desenvolvimento, nas pressões operacionais de 2 Bar (29 PSI - 200 KPa), 3 Bar (43,5 PSI - 300 KPa) e 4 Bar (58 PSI - 400 KPa).



2 Bar (29 PSI - 200 KPa)



3 Bar (43,5 PSI - 300 KPa)



4 Bar (58 PSI - 400 KPa)


Através da avaliação da vazão em litros por minuto das pulverizações acima, foram coletados os volumes de 200 ml/min (2 Bar), 240 ml/min (3 Bar) e 460 ml/min (4 Bar).

Com essas informações iniciais de vazão, é possível estimar para os pulverizadores terrestres (5-6 km/h) volumes de aplicação entre 40 litros/ha, 65 litros/ha e 100 litros/ha. 

Mesmo em maior pressão (4 Bar) não foram observadas quantidades significativas de gotas finas deriváveis, sinalizando possibilidades de realização de aplicações de agroquímicos de forma eficiente e com grande segurança, mesmo em condições meteorológicas adversas.

Para pulverizadores autopropelidos, em velocidades maiores (15, 20 ou 25 km/h), seria possível realizar aplicações em baixos volumes de 16 litros/ha, 20 litros/ha e 37 litros/ha (15 km/h); 12 litros/ha, 15 litros/ha e 28 litros/ha (20 km/h) e 10 litros/ha, 12 litros/ha e 22 litros/ha (25 km/h).

Nas fotos abaixo, a ponta (bico) de pulverização KGF RDA BV 11001, em desenvolvimento, realizando pulverizações comparativas entre base aquosa (somente água) e calda condicionada por adjuvantes redutores de deriva.



Ponta KGF RDA BV 11001 aplicando em base aquosa (50 PSI).



Ponta KGF RDA BV 11001 aplicando adjuvantes redutores de deriva (50 PSI).


Através das fotos acima é possível verificar que o adjuvante de calda avaliado (FULLTEC na dose de 50 ml/100 litros de água) possibilitou uma considerável melhoria na qualidade da pulverização realizada pela ponta KGF RDA BV, mesmo essa produzindo gotas aeradas com classificação de tamanhos "médias para finas".

Com a adição do adjuvante FULLTEC (50 ml/100 litros de água) é visual o aumento do ângulo do jato de pulverização da ponta RDA BV. Também é perceptível a produção de gotas aeradas mais homogêneas e um maior controle da deriva na pulverização.

No vídeo abaixo, a ponta (bico) de pulverização KGF RDA BV 110015 aplicando em base aquosa na pressão operacional de 50 PSI (3,45 Bar - 345 KPa).


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É importante deixar claro que esse modelo de ponta venturi de segunda geração, como todas as que já estão sendo comercializadas no Brasil, está sendo desenvolvida para a realização de aplicações de agroquímicos específicas e assistidas, ou seja, as operações deverão ser monitoradas e avaliadas durante todo o tempo de trabalho, pois aplicando em baixos volumes, como os citados acima, os rendimentos operacionais serão muito altos (acima de 500 ha/dia), da mesma forma, também os riscos de perdas e falhas pelos limitantes meteorológicos (temperatura, umidade e vento).

Agradecimentos especiais aos grandes amigos da KGF, Gilson Barros e Sérgio Escolano. Esses excelentes profissionais estão construindo uma equipe muito forte na KGF, 100% motivados para o sucesso e inteiramente focados nos melhores resultados para os produtores agrícolas em todo o Brasil.


Informações Profissionais:

Manoel Ibrain Lobo Jr .'. é Engenheiro Agrônomo, consultor em tecnologia de aplicação de agroquímicos, ministrando cursos, treinamentos, palestras e realizando avaliações de pulverizadores autopropelidos, pulverizadores tratorizados, turbo-atomizadores e bicos de pulverização para revendas agropecuárias, cooperativas agrícolas, usinas de cana-de-açúcar e outras empresas da área agrícola.

Acesse: www.scribd.com/pulverizador

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PULVERIZADOR - COPYRIGHT 2014

Todos os direitos autorais sobre as marcas, obras ou criações de qualquer natureza disponibilizadas neste site, pertencem ao Engenheiro Agrônomo Manoel Ibrain Lobo Jr, idealizador dos sites www.pulverizador.com.br , www.scribd.com/pulverizador e www.pulverizador.blogspot.com ou a terceiros que autorizaram o uso de sua propriedade intelectual. Sendo assim, é terminantemente vedada a distribuição, representação, publicação, uso comercial e/ou utilização de tais materiais, no todo ou em parte, sem a prévia e expressa autorização do Engenheiro Agrônomo Manoel Ibrain Lobo Junior. A violação destes direitos é crime, e seu infrator está sujeito às penalidades legais previstas nas Leis 9.610/98 e 9.279/96 e no art. 184 do Código Penal Brasileiro, bem como ao pagamento de indenização pelos prejuízos causados.

24 maio 2014

Tecnologia de Aplicação Aérea de Defensivos Agrícolas (Matéria Técnica: Revista Obra de Marketing).


Aplicação de Defensivos Agrícolas por Via Aérea


Entrevista concedida à Revista Obra de Marketing (Abril/2012).


Manoel Ibrain Lobo Junior
Engenheiro Agrônomo
Auditor GlobalGAP IFA
lobo@pulverizador.com.br


Revista Obra de Marketing: 1. Quais razões devem ser consideradas, pelo produtor, para optar pela aplicação de defensivo por via aérea?

Manoel Lobo: Em qualquer tratamento fitossanitário que seja necessário em qualquer cultura, os equipamentos de aplicação, sejam eles pulverizadores terrestres ou aéreos, desde que corretamente regulados, calibrados e formatados para os devidos fins, estarão trabalhando com a mesma eficiência e segurança.



Avaliação da qualidade das aplicações aéreas na cultura da soja.
Air Tractor 502 - Grupo Pinesso - Mato Grosso


Tecnicamente, não existem diferenças de resultado na eficiência do controle químico de doenças (fúngicas/bacterianas), insetos e plantas invasoras, entre os pulverizadores tratorizados (montados e de arrasto), autopropelidos e as aeronaves agrícolas, diferenciando somente o "TIMING" da aplicação, ou seja, o momento oportuno, o tempo de "fechamento" da pulverização em uma determinada área de cultura comercial.

Sempre a aeronave será muito mais rápida, pois opera normalmente a uma velocidade de 200 km/h, aplicando em baixo volume (5 a 15 litros/ha), conseguindo dessa forma um rendimento de área aplicada por hora em torno de 200 a 300 hectares tratados. Em um dia útil essa aeronave será capaz "fechar" uma área aplicada de aproximadamente 2.000 hectares tratados.



Avaliação da qualidade das aplicações aéreas na cultura da soja.
Air Tractor 502 - Agrinvest - Balsas - Maranhão


Um pulverizador autopropelido, mesmo equipado com as maiores tecnologias em eletrônica de bordo existentes no mercado e aplicando em baixos volumes (30-50 litros/ha), não conseguiria mais de 300-500 hectares por dia.



Avaliação da qualidade das aplicações de agroquímicos.
Uniport 2000 - Grupo Wehrmann - Formosa - Goiás


Analisando as informações acima, fica fácil entendermos que o avião agrícola é preferido pelos produtores em função de sua extrema rapidez no controle químico emergencial nas diferentes culturas comerciais no Brasil, normalmente implantadas em áreas extensivas, grandes propriedades.


Revista Obra de Marketing: 2. Quais os principais aspectos a serem considerados para uma boa pulverização?

Manoel Lobo: Alguns passos devem ser seguidos para uma pulverização aérea segura e eficiente:

a) Após a constatação da infestação das pragas, doenças e plantas invasoras na cultura, escolher o produto adequado para o controle químico;

b) Nas aeronaves agrícolas, formatar corretamente os atomizadores rotativos (Tela e Disco), escolher corretamente as pontas de pulverização e os tamanhos das gotas a serem produzidas, levando-se em consideração os alvos biológicos, as condições meteorológicas na área de aplicação e o produto a ser utilizado;




Tecnologia de Aplicação Aérea - Fazenda Futura
Sementes São Francisco - Nova Ubiratã - Mato Grosso


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Avaliação da qualidade das aplicações aéreas de agroquímicos.
Sementes São Francisco - Fazenda Futura - Nova Ubiratã - Mato Grosso


c) Ler atentamente o rótulo (Bula) dos produtos a serem aplicados, seguir as instruções e recomendações indicadas e aplicar sempre as doses recomendadas pela empresa fabricante do produto;

d) Sempre utilizar os equipamentos de proteção individual - EPIs (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara equipada com filtro de carvão ativado);

e) Sempre regular e calibrar as aeronaves agrícolas antes do início das aplicações aéreas, avaliando o estado das mangueiras, dos bicos, válvulas anti-gotejo, atomizadores rotativos de tela e disco, dentre outros;






Monitoramento da Qualidade das Aplicações Aéreas na Cultura da Soja
AT-502 - Global - Agrinvest - Balsas - Maranhão


f) Preparar a calda de agroquímicos em local fresco e ventilado, utilizando tanques de pré-mistura com eficientes  sistemas de filtragem, sempre realizando as operações de preparo e reabastecimento das aeronaves agrícolas em locais apropriados, distantes das áreas sensíveis, objetivando proteger o solo de eventuais derramamentos de calda, evitando a contaminação;






Monitoramento da Qualidade das Aplicações Aéreas na Cultura da Laranja
Pamiro Agropecuária - Agrosema Aeroagrícola - Gavião Peixoto (SP)



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Tecnologia de Aplicação Aérea na Cultura da Laranja
Pamiro Agropecuária - Agrosema Aeroagrícola - Gavião Peixoto (SP)


g) Não beber, comer ou fumar durante os trabalhos de aplicação dos agroquímicos;

h) Evitar pulverizar nas horas mais quentes do dia, com baixa umidade relativa do ar e em condições de vento forte;

i) Não aplicar produtos próximos às áreas sensíveis (nascentes de água, riachos, lagos, outros), obedecendo as distâncias de segurança determinadas pela Legislação do Ministério da Agricultura e da Aeronáutica, ANAC, etc;

j) Sempre realizar a “Tríplice Lavagem” das embalagens dos agroquímicos utilizados;

k) Não reutilizar as embalagens vazias e sempre furar (fundo) as embalagens.


Revista Obra de Marketing: 3. Como identificar e preparar o equipamento (máquinas e implementos) mais adequado para a correta cobertura do(s) alvo(s)?

Manoel Lobo: Sempre devemos realizar uma análise visual, presencial em campo, sobre as condições meteorológicas do local das aplicações, objetivando calcular as dificuldades que as gotas a serem produzidas terão de enfrentar desde a sua liberação dos bicos até atingirem os alvos (insetos, plantas, solo, etc).



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Treinamento em Aplicação Aérea na Cultura da Cana-de-açúcar
Usina Santa Adélia - Jaboticabal - São Paulo





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Treinamento em Aplicação Aérea na Cultura da Cana-de-açúcar
Usina Santa Adélia - Interlagos - Pereira Barreto - São Paulo


Através dessa análise em campo das condições de temperatura, umidade relativa e vento, estaremos formatando os sistemas de pulverização para produzirem gotas que deverão superar essas adversidades meteorológicas, garantindo a máxima deposição de gotas (com os agroquímicos) sobre os alvos.





Aplicações Aéreas na Cultura da Banana (Miracatu - São Paulo)
Avaliação de Adjuvantes de Calda e Deposição de Gotas


Revista Obra de Marketing: 4. Quais as vantagens e desvantagens dessa opção, em relação à terrestre?

Manoel Lobo: As vantagens são os poucos danos nas culturas; a possibilidade de um controle emergencial, em situações de rápida infestação; alto rendimento operacional, chegando em casos específicos até 2.000 hectares aplicados ao dia; a possibilidade de trabalhar em áreas molhadas, encharcadas pela chuva ou orvalho.

As desvantagens são o maior risco de perdas pela deriva e evaporação, quando acontecerem (necessitarem) de aplicações emergenciais durante todo o dia, mesmo nas horas mais adversas (10:00 - 15:00); o monitoramento das regulagens e calibrações; as distribuições de gotas nas faixas de aplicação (Real e Efetiva); os obstáculos naturais e artificiais, colocando em alto risco as operações aéreas.


Revista Obra de Marketing: 5. Na aplicação aérea, pode haver danos à cultura? De quais tipos?

Manoel Lobo: Os maiores problemas de danos nas pulverizações aéreas são para as culturas próximas às áreas de aplicação, quando acontecer a deriva dos agroquímicos aplicados.

Poderão acontecer também a sobreposição da faixa de aplicação, provocando a fitotoxicidade nas culturas tratadas pela sobre-dose dos agroquímicos aplicados, ou perdas na produção da cultura tratada devido a re-infestação das doenças/insetos, devido falhas no controle, por problemas de falhas nas faixas de aplicação.






O conceituado produtor Sr. Ivan Bedin e o avião agrícola Air Tractor 502



Determinação das faixas de aplicação "Real e Efetiva" nas aplicações aéreas


Avaliação da qualidade das aplicações aéreas na cultura da soja
Avião Agrícola AT-502 - Grupo Bedin - Sorriso - Mato Grosso


Revista Obra de Marketing: 6. Existe um ou mais períodos do dia ideais para fazer a aplicação aérea? Por quê?

Manoel Lobo: As aplicações aéreas em menores (ultra e baixo) volumes (5 litros/ha a 15 litros/ha) estão limitadas às melhores condições meteorológicas do dia, ou seja, entre as 6 e 9 horas da manhã e após as 16 horas (da tarde). Aplicações aéreas utilizando volumes maiores de calda (acima de 20, 30 litros/ha) conseguirão uma maior segurança nas deposições de gotas sobre os alvos, pois poderão produzir gotas com tamanhos maiores, com mais peso, mais rápidas e com maior tempo de vida.

Atualmente existem novos bicos de pulverização (defletores, disco-difusor, etc) e avançados atomizadores de tela e de disco, que possibilitam um excelente controle dos tamanhos das gotas e, trabalhando em "simbiose" com os novos adjuvantes de calda (siliconados, glicerinados, parafinados, naturais/orgânicos, etc), possibilitam uma maior homogeneização dos tamanhos das gotas e uma super-proteção contra a evaporação, aumentando o tempo de vida dessas gotas pequenas (finas e muito finas), possibilitando atingirem os alvos rapidamente, com mínimos riscos de perdas pela deriva.



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Determinação das faixas de aplicação "Real e Efetiva" nas aplicações aéreas
Avião Agrícola Air Tractor 502 - Agrinvest - Balsas - Maranhão


No meio do dia, as temperaturas são altas (maior que 30 graus), a umidade é baixa (menor que 50%) e exite muita turbulência de vento, com fortes rajadas, dessa forma colocando em risco as aplicações aéreas, devido as possibilidades de grande evaporação das gotas (finas e muito finas) e perdas por deriva.


Revista Obra de Marketing: 7. As aplicações podem e/ou devem ser preventivas e corretivas? E em quais estágios da cultura, em cada caso?

Manoel Lobo: Particularmente, sempre recomendo aplicações (aéreas e terrestres) de inseticidas e fungicidas de maneira preventiva, objetivando manter a cultura sempre na maior sanidade possível. 




Treinamento em "Boas Práticas nas Aplicações Aéreas"
ABANORTE - Janaúba - Minas Gerais


Por parte das empresas fabricantes de agroquimicos, existem recomendações de aplicações específicas para determinados alvos, em determinados estágios fisiológicos das culturas, que são realizadas de maneria sistemática e periódica, sempre de forma preventiva. Na prática do controle químico, a aplicação de prevenção será sempre mais econômica que as aplicações curativas.


Revista Obra de Marketing: 8. As condições climáticas da região de cultivo do algodão influenciam as aplicações? De que forma? Como contornar essa influência?

Manoel Lobo: No caso das aplicações terrestres, não é possível, nem aceitável tecnicamente, um profissional especializado em tecnologia de aplicação recomendar para um grande produtor de algodão, por exemplo, que limite as suas aplicações com seus pulverizadores somente nas horas mais favoráveis do dia, com baixas temperaturas, alta umidade e sem vento.

Em uma área de por exemplo 2.000 hectares de algodão, vão acontecer cerca de 16 a 18 aplicações de diferentes tipos de agroquímicos durante todo o ciclo dessa cultura, totalizando até o final uma área aplicada de mais de 30.000 hectares.

Se esse produtor operar com apenas um pulverizador autopropelido não poderá escolher somente as melhores horas para as aplicações, pois o rendimento dos aplicadores terrestres é bem menor, porém se utilizar os serviços das aeronaves agrícolas, poderá "fechar" essa área de aplicação (2.000 ha) em até 03 (três) dias, dependendo da capacidade de carga da aeronave agrícola, volume de aplicação, dentre outros.







Determinação das Faixas de Aplicação Real e Efetiva
Air Tractor 502 - Grupo Pinesso - Mato Grosso


Revista Obra de Marketing: 9. Existem impactos diferentes nas aplicações entre regiões de Cerrado e Semi-árido?

R9: Quando falamos em aplicações aéreas, entendemos que os trabalhos serão realizados em grandes produtores, em grandes grupos agrícolas contratantes localizados em todas as regiões agrícolas do Brasil, no Centro-Oeste, no Nordeste, no Sul, dentre outras regiões. Em todas essas regiões citadas de trabalho aeroagrícola, os parâmetros meteorológicos serão sempre os mesmos para as pulverizações aéreas. No meu entender, não existem diferenças nas aplicações aéreas quando realizadas nesses grandes produtores, desde que os aparelhos aplicadores sejam adequados, corretamente regulados e calibrados.



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Manoel Ibrain Lobo Jr .'. é Engenheiro Agrônomo, consultor em tecnologia de aplicação de agroquímicos, ministrando cursos, treinamentos, palestras e realizando avaliações de pulverizadores autopropelidos, pulverizadores tratorizados, turbo-atomizadores e bicos de pulverização para revendas agropecuárias, cooperativas agrícolas, usinas de cana-de-açúcar e outras empresas da área agrícola.

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